Parque Burle Marx

administrado pela Fundação Aron Birmann

MAPA ILUSTRATIVO DO PARQUE

O PARQUE

O Parque Burle Marx possui uma importante função na composição de áreas verdes da cidade de São Paulo, pois contribui para a melhoria da qualidade do ar, redução da poluição sonora, preservação da fauna e da flora, amenização dos efeitos das “ilhas de calor”, além de servir de agradável espaço para o lazer da população.

Com área superior a 108.000m², o parque também conta com edificações valiosas para nossa história e arquitetura, como a "Casa de Taipa e Pilão" - datada do século XIX - utilizada pelo denominado “Ciclo Bandeirista”.

O Parque Burle Marx é voltado para a preservação da fauna e flora local, por isso não possui espaço para bicicleta, skate e bolas, vide REGULAMENTO

Sua principal finalidade é aproximar a população à natureza, proporcionando agradáveis passeios adentro da vegetação constituída de espécies remanescentes da Mata Atlântica, com fauna superior a 89 espécies, em grande maioria avifauna. Clique aqui e faça o Download da Lista de Fauna do Parque!


ÁREA DE PIQUENIQUE

Por representar um abrigo importante para avifauna e outros grupos de animais representativos de Mata Atlântica dentro da área urbana do município, sendo permitida a alimentação dentro do parque apenas para piqueniques - grupos até 5 pessoas - desde que não utilize decoração, balões, bandeirinhas, sonorização, mesas, dentre outros. A alimentação de grupos com mais de 5 pessoas deve ser realizada na Área de Piquenique.

A área de piquenique é destinada à alimentação de todos os frequentadores do Parque Burle Marx, por isso não é permitido a realização de festas ou encontros de amigos ou familiares que inviabilizem outras pessoas de utilizarem o espaço. Sendo assim, também não é permitido utilizar decorações de festas como balões, bandeirinhas, sonorização, mesas, dentre outros.

ÁREA DE PIQUENIQUE


JARDIM BURLE MARX

Criado pelo Roberto Burle Marx, o parque também possui um jardim de aproximadamente 4 mil m² constituído por 15 palmeiras imperiais, o Gramado Xadrez (aprox. 700 m²), a área do Pergolado, o Espelho d´água com seu conjunto de fontes, dois painéis escultóricos em concreto e alto relevo que emolduram o espaço e a área das árvores Pau-Ferro. Há ainda a presença de mais de 50 espécies de plantas herbáceas e arbóreas, localizadas entre canteiros e jardins que juntos formam a obra paisagística e arquitetônica de Roberto Burle Marx.

A obra é datada de 1950 e passou por uma intervenção de restauração, pelo próprio Burle Marx, em 1991. Este espaço constitui patrimônio histórico - cultural de grande relevância para a cidade de São Paulo, não somente como obra do maior paisagista brasileiro, mas também como exemplo de valorização e conservação dos valores culturais urbanos.


HISTÓRICO DO PARQUE

A origem do Parque está vinculada ao processo de urbanização da antiga Chácara Tangará (aprox. 438.000m²) localizada junto à Marginal do Rio Pinheiros

Na década de 40, a Chácara Tangará era propriedade do empresário Baby Pignatari que resolveu construir uma casa para morar com sua futura esposa, a princesa austríaca Ira Von Furstemberg. Na época da construção ele contratou o arquiteto Roberto Burle Marx, que já era um talentoso e reconhecido paisagista, para idealizar e realizar os jardins de sua residência projetada então por Oscar Niemeyer. No entanto, o casal se separou e a casa permaneceu inacabada durante muitos anos.

O produto deste trabalho é o atual conjunto artístico e paisagístico do Parque Burle Marx, composto por uma escultura painel de alto e baixo relevo, jardins específicos, o pergolado e o xadrez, espelhos d´água, e uma composição de 15 palmeiras imperiais. A obra é datada de 1950 e passou por uma intervenção de restauração, realizada pelo próprio Burle Marx, em 1991.

Em 1990 ocorreu o desenvolvimento urbano da Chácara Tangará. Os critérios para estabelecimento do parque foram, por um lado, a existência de extensas áreas de cobertura vegetal significativa com forte presença de vegetação de grande porte de mata nativa secundária e, por outro lado, a presença de elementos remanescentes do projeto do paisagista Roberto Burle Marx.

No momento da implantação do Parque, a Prefeitura do Município de São Paulo optou por estabelecer o seu gerenciamento de forma pioneira, por meio da iniciativa privada. Para tal, foi firmado um convênio com a Fundação Aron Birmann que se comprometeu a administrar e gerenciar o Parque Burle Marx, sem ônus para o Município, mantendo-se todas as prerrogativas de Parque Público.


 Navegue pelas trilhas do Parque!

As trilhas para caminhada e jogging no interior da mata são um dos grandes diferenciais do Parque Burle Marx. Os caminhos circundam os lagos e levam o usuário a uma verdadeira experiência sensorial dentro da mata, com direito a observação de uma diversidade de animais e espécies arbóreas e herbáceas.

Pode-se sentir claramente a diferença da temperatura a da umidade relativa do ar nas áreas ao redor dos lagos e nascente, onde a mata é mais fechada, em relação aos locais mais abertos com a presença das gramíneas.

A trilha "A - dos lagos" possui 350m, e é aconselhada para iniciantes por ser mais plana. A trilha "B - da nascente" possui 850m, e possui o declive leve. Já trilha "C - dos macacos" possui 1.050m e é aconselhada para pessoas com bom preparo físico por apresentar alta declividade.


Dúvidas & Sugestões

(11) 3776.7497 - (11) 3746.7631

contatoburlemarx@fab.org.br