Criada em 1995, a Fundação Aron Birmann tem como objetivo a busca de soluções para os diversos problemas ambientais enfrentados pelos grandes centros urbanos. Caracterizada como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e também uma entidade sem fins lucrativos, ela é o órgão responsável pela administração do Parque Burle Marx, por meio de um convênio firmado com a prefeitura do município de São Paulo (SP). Este modelo de parceria público-privado (PPP) é uma atividade inovadora no Brasil que tem apresentado resultados positivos tanto para o setor público, isentando os cofres públicos de despesas, quanto para a sociedade civil, atendendo as necessidades das pessoas de maneira mais prática e permitindo sua participação ativa na gestão do espaço.

 

A Equipe

Conheça os funcionários e colaboradores da Fundação Aron Birmann.

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Gestão de parques

Entenda o modelo jurídico de convênios público-privados e o estudo feito por Raquel Domingues sobre o índice de qualidade de parques urbanos (IQPU).

 
 
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Relatório financeiro

Confira o relatório periódico de prestação de contas do parque:

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Projetos e ações

 
 
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Projeto “Descobrindo o Parque”

Partindo da vocação do Parque Burle Marx de ser um espaço voltado para o convívio social e preservação da natureza, criou-se o projeto "Descobrindo o Parque" que consiste em viabilizar a visita de crianças do Jardim Colombo, comunidade próxima ao parque. Simbolicamente, convidá-los para estarem no Parque e facilitar seu acesso gera um grande impacto e um maior sentimento de pertencimento. As visitas são acompanhadas ela bióloga do parque.

Um van contratada do próprio Colombo, busca as crianças para conhecerem o Parque, realizar atividades gratuitas de esporte e lazer, conhecer seus espaços, sua fauna, flora, aprender a plantar na horta, a valorizar os espaços públicos e tomar um lanche.

 
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Projeto Ilhas Flutuantes

As ilhas flutuantes foram cedidas pela Água V e construídas pela Pernod Ricard Brasil durante o Responsib'ALL DAY 2018, evento de responsabilidade socioambiental realizado conjuntamente em 85 países.

As ilhas são feitas de material reciclável e abrigam plantas nativas fitorremediadoras que atuam como purificadoras da água do lago e, recentemente, serviram como novo ponto de descanso para as tartarugas E AVES AQUÁTICAS. Além disso, foi doado e instalado pela Biotecam um "pulmão" (equipamento de dissolução massiva de gases em líquidos) na ilha ativa (central) que auxilia na oxigenação da água gerando microbolhas de oxigênio essenciais para a saúde do lago.

Os resultados da análise do OXIGÊNIO DISSOLVIDO indicam que o mesmo se encontrava fora dos padrões mínimos estabelecidos pela legislação antes da instalação. Após a instalação, os índices passaram a superar o nível de 05mg/L, chegando a 7,7mg/L, o que já se enquadra em níveis EXCELENTES para O PROLIFERAÇÃO DE VIDA AQUÁTICA.

 
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Projeto Doação Frutas Pão de Açúcar

Através da parceria com o Grupo Pão de Açúcar (GPA), se tornou possível providenciarmos alimento (frutas) para os macacos e aves do Parque nos comedouros já existentes, atraindo assim a presença de mais espécies e garantindo que possíveis desequilíbrios no meio ambiente, como secas, excesso de chuvas e falta de alimento nativo, prejudiquem o desenvolvimento das espécies referidas, em especial , das espécies de saguis do gênero Callithrix sp. que estavam procuram suas refeições nas lixeiras e piqueniques dos frequentadores, consumindo, dessa forma, alimentos indevidos à sua saúde.

As doações são semanais e o parque foi pioneiro em iniciar o recebimento destes itens tanto para animais quanto para os funcionários, inaugurando um procedimento completamente novo dentro do Instituto GPA

A bióloga do parque realiza a escolha e separação dos alimentos tanto para os animais como para os funcionários, gerando também um impacto SOCIAL positivo, já que a equipe pode economizar seus gastos em alimentação e qualificar o que ingere com maior oferta de frutas, verduras e legumes.

 
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Projeto de Auxílio ao Jardim Colombo

O Jardim Colombo é parte do Complexo Paraisópolis, no Morumbi, zona sul de São Paulo e é uma comunidade com cerca de 15 mil habitantes, sem nenhuma praça ou parque para lazer, onde havia apenas um terreno com cerca de 1000 m² conhecido como Fazendinha, no qual, no passado, os moradores criavam animais.

Tal terreno estava abandonado e havia se convertido em uma espécie de lixão. No final de 2017, porém, a história começou a mudar: os moradores do Colombo e organizações próximas deram início a uma mobilização para remover os resíduos e o entulho do terreno e transformá-lo num parque - o Parque Fazendinha. A iniciativa foi inspirada pelo relato de Mauro Quintanilha, fundador e idealizador do Parque Sitiê (Rio de Janeiro), que apresentou o caso carioca para moradores do Jd. Colombo e mostrou que é possível converter um ponto viciado de descarte de lixo e entulho em um espaço público para a comunidade.

Dado o primeiro passo (a remoção de 40 caminhões de resíduos), foram intensificadas as conversas sobre como adaptar esse espaço para que pudesse ser usado pelos moradores.